Torcer para o xavante é um exercício de fé!

Torcer para o xavante é um exercício de fé!

Por Artur Chagas

É muito mais do que futebol. Se fosse apenas futebol, sejamos sinceros, talvez não tivéssemos chegado na final.

Mas, se por um lado nosso futebol ficou aquém na maior parte dos dois jogos da semifinal, por outro prevaleceu a tradição de uma camisa que pesa toneladas e é sustentada por uma nação enlouquecida há mais de 100 anos.

São muitos os heróis que nos levaram a final: a direção, que montou esse grupo, o professor Clemer, os guerreiros, a massa rubro-negra, o Heverton, que fez o gol no Passo D’Areia no último lance do primeiro jogo, o Lourency que empatou o dificílimo jogo de ontem, o Arthur, que tirou “o pão da boca” do Porcélis, a muralha Pitol no último pênalti, enfim, são muitos os nossos heróis.

Agora teremos 180 minutos para colocar o Brasil no topo da história.

Não vou afirmar que será David contra Golias. A diferença existe, mas não é tanta assim.

Agora é chegar na Arena domingo e fazer um embate digno como o da primeira fase. Perdemos por 2×1, ou seja, dá pra encarar. Se a coisa estiver complicada, olhem para cima, para o último andar da Arena. Eu e mais 1499 xavantes estaremos ali segurando qualquer rebordosa.

Gremistas: gritem com vontade, até porque nosso berro calar a Arena não será nenhuma novidade.

Avante!









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