Ficou tudo para o Maracanã

Mais um dia histórico foi vivido nas arquibancadas do estádio Bento Freitas.  Há muito tempo que a Baixada não ficava praticamente lotada 1 hora antes da bola rolar. Foi uma noite fantástica, a nação xavante  desceu a rua Princesa Isabel sabendo que viveria uma partida de futebol diferenciada. Desde muito cedo, veículos de TV do centro do país instalavam seus equipamentos de transmissão e os últimos ajustes eram feitos no estádio. Viu-se uma grande apresentação do nosso Xavante, o resultado não foi aquele que gostaríamos, mas o gol de Nena ao final foi o suficiente para colocar o nosso Xavante de volta na competição.

A partir de agora ficou tudo para o Maracanã, quando a bola rolar na noite de  18 março teremos mais uma chance de escrever uma nova história. O Brasil não tem obrigações, e sem a pressão e a responsabilidade de ganhar de um dos maiores times deste país, fico muito esperançoso que algo bom possa acontecer!

A partir de hoje iremos atualizar este post com toda a repercussão multimídia deste grandioso jogo contra  o Flamengo pela Copa do Brasil 2015.

 

Álbum de fotos


Compacto Blog Xavante – Entrada do time Xavante em campo


Compacto GEB TV


TV Xavante


Jornal Diário Popular entrevista Paulo Andrade (ESPN Brasil)


Gols pela TV Bandeirantes


Compacto TV Bandeirantes


Jogo completo (Rede Globo)


ESPN Brasil  (melhores momentos)

 

 Gol de Nena (Rádio Pelotense)


Gol de Nena (Rádio Universidade)

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O Maraca é nosso! | Ivan Schuster

Quem ganhou e quem perdeu? Eu posso falar por mim. Ganhei! E de goleada. Que apresentação!

Não consegui dar a atenção desejada e merecida ao acompanhamento da repercussão da apresentação Xavante – o GEB não joga, apresenta-se – durante o dia de hoje nas principais mídias do país. Talvez consiga somente no final de semana. É a vida. Mas do pouco que vi até agora, o que mais me chamou a atenção é o encantamento de todos com “Os Xavantes”. Clube, Time e Torcida. Assim mesmo, todos com letra maiúscula. Com orgulho.

E este encantamento não é por termos fama de violentos ou baderneiros, nem por confusão nas redondezas do estádio e muito menos com a riqueza do clube oriunda de “empresários”. Não, nada disso. O encantamento está por terem identificado em nós o futebol de verdade, aquele futebol de boa lembrança. A paixão, o sonho, a devoção, a esperança e a alegria em sermos Torcedores Xavantes. Não são palavras minhas, e sim uma compilação do que li a respeito, embora sejam exatamente estes os fatores que me levem viajar mais de 500Km, chegar em casa as 5h da manhã, mesmo tendo que levantar as 6h15min devido a compromissos profissionais, apenas e tão somente para desfrutar de uma apresentação Xavante. Exagero meu, loucura, insanidade? Não. Apenas a apreciação da vida. O prazer colorido em vermelho e preto.

Na verdade, sinto um pouco de pena daqueles que ainda não tiveram a oportunidade de participar da Muvuca da Pré-apresentação na Princesa Isabel. Indescritível! Por ali passam todos os Xavantes. É um festival de abraços, sorrisos, lembranças e muita alegria. Ali, encontra-se quem não se via há anos, décadas. Ali, está a essência em ser Xavante. Ricos, pobres, negros, brancos, índios, asiáticos, altos, baixos, magros, gordos, princesas e ogros, todos iguais, todos um só, todos Xavantes. É nóis! A birra, o churrasquinho, a chegada da Garra Xavante e a atração principal, a chegada da delegação ao estádio. É bom ser Xavante!

Definitivamente, ser Xavante não é para qualquer um. Felizmente eu sou. Que chore quem não é. Só não esqueçam de continuar aplaudindo. Obrigado!

A nossa apresentação foi fantástica. Nas arquibancadas, um show de imagem e som. Que outra torcida canta, vibra e pula de forma unânime e sincronizada, sem coordenação, sem organização prévia, movendo-se apenas pelo sentimento de união e apoio? Tem que olhar, para aprender. Enquanto não consegue aprender, vai chorando. A tua inveja é que faz a nossa fama.

Dentro de campo, gostei do que vi. O nosso time foi guerreiro e valente. Apresentaram-se com muita qualidade tática, empreendendo uma marcação forte, sem violência e tocando bem a bola, com o reconhecimento do Luxa, que de bobo não tem nada. Ambos gols sofridos foram de falhas que normalmente não acontecem. Erramos e pagamos o preço. Nossos opositores não eram o São Gabriel ou a seleção da Linha Café, mas o Clube de Regatas do Flamengo. E aí, meu amigo, não tem erro sem punição. Jacaré cochila, vira bolsa de madame.

Mesmo atrás no placar, eletrônico, salienta-se, o time não se abateu e nem se desesperou, mostrando equilíbrio e convicção na proposta planejada e empregada. Disciplina, muita disciplina. E o resultado veio. Não o resultado sonhado, mas o possível. Nena, cruel e definitivo, testou para o fundo do gol, na conclusão do cruzamento perfeito do Forster, para o desespero do Luxemburgo, que via o seu “pojeto” ir para o beleléu, e agonia dos secadores de plantão, que eram muitos. Uma rápida pausa no choro para hidratação. Pronto, podem seguir chorando.

Iremos ao Maracanã, sim. Provavelmente em um número maior do que eles estiveram no Bento Freitas e gritaremos “Uh! O Maraca é nosso”. Estamos felizes e eufóricos. Mas o motivo da euforia não é por estarmos indo ao Maracanã. Já fizemos isto. Nossa alegria e satisfação extrapola o resultado, qualquer resultado. Estamos e somos assim, devido ao enorme orgulho que temos. Um orgulho para poucos. Um orgulho admirado por muitos, invejado por alguns, mas imitado por ninguém, o orgulho em ser Xavante. Agora doeu, vai chorar dias. Que vida!

Abs.


Ivan Schuster
Onda Xavante

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Xavante na mídia

O Xavante tem sido o grande assunto da mídia esportiva essa semana devido ao grande jogo dessa quarta-feira contra o Flamengo na Baixada. Abaixo um pouco sobre a repercussão.

Bate Bola ESPN Brasil

Globo Esporte RS

Jornal do Almoço de Pelotas

Entrevista com Valmir Louruz

Arena Sportv

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Entrevista Coletiva Rogério Zimmermann em 24/02/2015

Coletiva com o técnico Rogério Zimmermann.

 

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Inúteis | Ivan Schuster

É, companheiro, a vida é dura. Acabou a festa. O sapato apertou. O Rogério Zimmermann tinha razão quando dizia que as equipes eram muito parelhas. Obviamente, excetuando-se a dupla gre-nal, que por pior que estejam nete momento, não há como comparar.

 Salvo uma falha na memória, as quais me ocorrem cada vez com mais frequência, não lembro de nenhum outro início de campeonato Gaúcho tão parelho. Até o início desta última rodada, a diferença entre o primeiro e o décimo colocado era de apenas dois pontos. Hoje, este número está um pouco reduzido, são seis os clubes – ou sete, dependendo do resultado de Grêmio x Juventude hoje à noite – com distância de até dois ponto do líder.

 Como estamos no meio do primeiro turno, o funil vai começar a estreitar de forma mais acentuada. É a chamada hora da verdade. Quando os homens se diferenciam das crianças. A nosso favor, está o fato de que das sete apresentações realizadas até aqui, termos em quatro oportunidades nos apresentado frente a equipes que estão realizando boas campanhas, mais o Portoalegrense na Arena OAS. Foram quatro apresentações fora e três em casa. Embora tenhamos obtido melhores resultados fora do que em casa, acredito que deveremos nos sair melhor nesta segunda metade da fase, quando nos apresentaremos mais em casa e frente a equipes menos qualificadas fora. Se bem que não tem galinha morta. Toda atenção e dedicação será pouco. Afinal de contas, é futebol.

 Não posso deixar de comentar e registrar a minha indignação com a FGF. Mais uma. Indignação, mas não surpresa, pois não é a primeira e nem será a última vez que somos ignorados pela FGF. Ao final da apresentação de ontem, o nosso vice-presidente de futebol, Cláudio Montanelli, assim como o Rogério Zimmermann, comentaram o fato de a FGF ter negado um pedido de transferência da apresentação de ontem, com vistas a termos melhores condições de enfrentarmos o Clube de Regatas do Flamengo nesta quarta-feira. Pior, tal decisão prejudicou não apenas a nós quanto o próprio Lajeadense, que também tem compromisso pela Copa do Brasil.

 Não vou me estender em comentários repetitivos, pois acredito que nossos dirigentes disseram tudo o que deveria ter sido dito, e com mais educação do que provavelmente eu o faria. Deixo apenas uma simples questão para reflexão: de que serve uma federação que não atua em favor de seus federados? Não falo nem em relação a possuírem competência ou inteligência para desempenharem as atividades que lhes são de ofício, porque quanto a isto já temos convicção formada, mas apenas em relação a terem, ao menos, um pouco boa vontade. Muita sacanagem.

 Li a respeito da Medida Provisória que a presidenta Dilma está para apresentar, em resposta ao vergonhoso projeto que a bancada da bola tentou aprovar de contrabando no final do ano passado, e que foi por ela vetado, sobre a recuperação fiscal dos clubes. Entre outros pontos desta Medida Provisória, estaria o estabelecimento de tempo máximo de mandato e proibição de reeleição para os presidentes de clubes e federações. Deverá ser assinada na primeira quinzena de março. Demorou. Democratizar a gestão do futebol é preciso. #porumfutebolmelhorparatodos

 Mas tudo isto perde importância de hoje até quarta-feira próxima às 22h, quando o GEB enfrentará o maior clube do Brasil, o Clube de Regatas do Flamengo/RJ. Serão três dias inesquecíveis, de muita euforia, ansiedade e expectativas, podem apostar. A divulgação da marca GEB e da Torcida Xavante serão divulgadas para todo o país, em todas as mídias, de forma como nunca antes ocorreu. É o nosso momento. Que os Deuses do Futebol nos iluminem e permitam que façamos uma boa apresentação.

 Rubro-negro vem aí!

 Abs.

 


Ivan Schuster
Onda Xavante

 

 

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